quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Noivinhos diferentes

Hoje fizemos uma seleção de noivinhos criativos para você se espelhar na construção do seu próprio. É interessante que eles possuam uma história, criem uma relação com a vida do casal. Inspire-se!









Imagens: reprodução

sábado, 24 de setembro de 2011

Love Etc.

Um filme sobre o amor e futuro. Perfeito para ver com seu futuro marido.



Aproveite a dica!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Casamento indígena

Os costumes de casamentos indígenas brasileiros variam, porém recolhemos algumas tradições especiais.

Grande parte das tribos indígenas se casavam entre primos. Os casais desejavam ter filhas, já que, após o casamento, o genro mudava-se para a família da mulher, agregando mais poder. Dentro de uma comunidade na qual deve-se comer o que se produz, quanto mais mãos trabalhadoras em um grupo, melhor.
Um homem podia ser casado com mais de uma mulher, porém, dentro da oca, cada uma possuía seu próprio fogareiro, onde cozinhava sua comida, e possuía sua plantação particular. Na maioria das tribos, a esposa mais velha detia mais poder. A mulher que dividia a rede com o marido de noite deveria alimenta-lo no dia seguinte.

Os homens se casavam em média com 25 anos. Enquanto solteiro, deveria ser obediente ao pai e, depois ao sogro. Em algumas tribos, era costume que o noivo fosse virgem, enquanto a mulher não possuia esta obrigação e casava-se com 14 anos. Em outras, a mulher poderia se recusar a casar, praticava o arco e flecha e era respeitadas pelos homens. Os casamentos eram acertados quando os filhos ainda eram pequenos.


No dia do casamento, os noivos são pintados por familiares e suas roupas são adornadas com sementes, penas e flores.



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Casamento grego

Como em outras culturas, os casamentos gregos eram apenas acordos entre famílias. Os pais da noiva ofereciam um dote que deveria ser aceito. A maioria era celebrado em Janeiro, visando a proteção e fertilidade da mulher, já que este é o mês é dedicado à Hera, esposa de Zeus na mitologia.


Os convites são, até hoje, entregues acompanhados de doces ou flores.
Durante a cerimônia, era comum que a noiva levasse grãos e cereais, um ritual de fertilidade. Tradicionalmente, o bolo é feito de mel, sementes de sésamo e marmelo. No buquê da noiva é comum adicionarem ervas aromáticas, como tomilho, hortelã ou manjericão.
Na Grécia, a maioria da população é Ortodoxa, deixando a responsabilidade do casamento para o padrinho e o sacerdote. A cerimônia é iniciada com uma bênção feita três vezes, significando o Pai, Filho e Espírito Santo. O casal é então guiado para o interior da igreja, onde acendem velas e são coroados, representando seu papel no reino de Deus. As coroas, que podem ser feitas de folhas, flores, tecido, sobre um tabuleiro de amêndoas, devem ser atadas por uma fita em frente a igreja, simbolizando a união eterna dos noivos. Após colocarem sobre suas cabeças três vezes seguidas, as amêndoas que apoiavam os objetos são distribuídas para as mulheres solteiras.
Os noivos partilham um copo de comunhão e escutam leituras. O sacerdote segura seus braços e os conduz em torno da igreja por três vezes, selando seu pacto de união.

Na recepção, a dança é um dos elementos mais importantes. A Kalamatiano convida os noivos a dançarem unidos por um lenço. É comum partirem muitos pratos, desejando que os maus espíritos se afastem. Em alguns lugares, atiram um pedaço de ferro por cima do telhado ou dentro da casa dos noivos, dando força ao casamento. Para uma família extensa, o casal esmaga um pé de romã; para uma lembrança doce, partilham um pote de mel. De lembrancinha, é comum distribuirem amêndoas revestidas de açúcar, popularmente chamadas de Koufeta.
Após o casamento, é comum que os pais acompanhem seus filhos até sua nova casa, sempre entoando cantigas locais. Na cama dos noivos são deixados envelopes com dinheiro, uma contribuição para a nova vida.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Casamento japonês

Os casamentos tradicionais japoneses estão perdendo espaço para influências ocidentais. Muitas noivas decidem usar vestidos bufantes e decidem festejar seu casamento em uma igreja católica. Antigamente eram utilizados para estreitar laços políticos, mantendo a paz. Seguindo as normas, uma entrevista, ou Mi-Ai, era feito com os noivos. Se bem sucedido, o homem deveria deixar um presente na casa de sua futura esposa, deixando claro que havia se impressionado.
O Yui-no é a aceitação do noivo pela família da noiva. Durante este ritual, as famílias trocam alimentos e bebidas, além de oferecerem dinheiro para comprar sake, representando amor e respeito. Uma saia deve ser oferecida ao noivo pela mulher, em um símbolo de carinho e fidelidade. O dia da troca de presentes é decidida por uma almanaque japonês, a fim de trazer sorte.


Um casamento japonês budista é realizado em um templo, no qual é realizada uma oração e um discurso, purificando todos os presentes. No altar são depositados dois rosários, simbolizando a união das famílias e seus rumos. Em seguida, queima-se incensos e é feito um brinde.
Tradicionalmente, os noivos vestem kimonos de seda. Os convidados mais novos e amigas da noiva usar cores vibrantes, enquanto os demais utilizam tons escuros. O traje inclui chinelos de madeira, meias brancas, uma pequena bolsa para a noiva e um elaborado penteado com flores, pérolas e pente de ouro. A mulher deve usar branco e ser pintada da mesma cor, representando sua ligação com os deuses. Sua roupa deve ser trocada cinco vezes e todas devem ser luxuosas. O noivo usa preto.
Após a celebração, os noivos trocam votos de amor e lealdade e, durante estas juras, as famílias devem olhar uma para a outra, ao invés de visar seus filhos. O casal troca alianças e fazer oferendas para os deuses. Galhos de árvores são depositados sobre a cabeça dos noivos.
Os noivos então seguem para o ritual do sake. Nele, os dois sentam-se frente a frente e, olhando-se, bebem simultaneamente goles de sake. Isto simboliza que não morrerão antes do outro.

Na recepção do casamento, é costume apresentar a noiva e o noivo a todos os convidados antes da refeição. O vermelho e o branco são comumente usados na decoração e até nos pratos, representando a felicidade. Os noivos costumam sentar em uma mesa elevada. É oferecido um envelope repleto de dinheiro, um presente dos convidados. São feitos discursos e o bolo é cortado. Brindes são seguidos pela abertura de um guarda sol sobre a cabeça do casal. As mães dos noivos recebem um buquê de flores e os pais ganham um cravo vermelho para colocarem na lapela.


Após a noite de núpcias, o homem era convidado para comer bolos e arroz na casa do sogro, recebendo sua benção.